(n-1, n, n+1)
Entre tantos que eu poderia ser, eu sou o resultado de maior probabilidade. O n-ésimo elemento da caixa, aquele que venceu.
  • Alguns dias, ou noites, nós só precisamos de um copo de alguma bebida bem forte, daquelas que embrulham o estômago e que temos que nos segurar para não vomitar. Nesses dias, geralmente, as horas passam devagar, lenta e dolorosamente. A ansiedade toma conta do lugar, a cabeça não para de pensar fatos aleatórios e sombrios, sempre a pior das hipóteses. Só com uma bebida para tomar esse soco de realidade e ficar quieto no seu canto.

    CM

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  • Hoje, conversando com uma amiga ela me manda este trecho de um livro em que está lendo. Apesar de ter servido como uma luva para mim, acredito que ela serve para a maioria das pessoas. Tenho praticado tanto isso de deixar as mágoas irem embora que tenho estado com o coração tranquilo. Com certeza sou uma pessoa totalmente diferente do que era a um mês atrás. 

    CM

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  • (via deixar-ser)

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  • (Source: itcuddles, via deixar-ser)

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  • (Source: tangerina-indie, via deixar-ser)

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  • informacaoquantica:

    Eu e essa estranha atração por meninas ‘exóticas’

    (Source: substancetofollow)

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  • informacaoquantica:

    Vejo pela internet ‘gritos’ de liberdade falando para você fazer o quer, quando quer, e sem se importar com ninguém. Será que isso é liberdade?

    Ou esse sentimento de escolher fazer o que quiser não é só uma ilusão do que chamados de liberdade?

    Esse conceito é complexo, como qualquer outro conceito de sentimento que é interno ao homem. Sim, liberdade é um sentimento, você se sente livre, mas não é livre.
    Imaginando nossa sociedade como está estruturada hoje, temos nossas responsabilidades, desejos e obrigações inerentes do dia a dia. Mesmo se largássemos tudo e fossemos morar no meio da selva nós teríamos nossas obrigações, diferente das que temos agora. Deste modo, estaríamos livres dos padrões estabelecidos pela nossa sociedade urbana capitalista, porém, entraríamos em novos padrões que nos seriam impostos pela selva, impostos talvez de modo mais cruel do que nos é agora. Esquecemos que toda nossa vida fomos adestrados pela nossa sociedade para responder aos estímulos cotidianos da melhor forma possível, seja para gastar pouca energia, seja para gastar pouco dinheiro, e que, até mesmo, os atos de rebeldia são guiados por algo que os influenciaram profundamente.

    Sinto como esse texto tenha ficado pessimista, mas para mim poder escrever sobre algo assim me torna mais livre, ganho consciência de algo que eu nunca tinha parado para pensar. E talvez agora, sabendo que liberdade é um sentimento e não um estado, eu posso ser mais livre, não para fazer aquilo que eu quero, mas para aceitar aquilo que eu preciso fazer. E não só isso, é aceitar o seu papel, a sua condição, se conhecer como um ser no meio de um coletivo.

    Uma vez que eu sei o que me espera, eu posso fazer o meu melhor, do melhor jeito que eu posso. Entre tantas obrigações, responsabilidades e deveres, há algo que não podem nos privar, cabe cada um de nós achar o que é e refletir sobre isso.

    Que texto confuso!

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    Celso Luiz Mattos

    UFSCar/Departamento de Metodologia de Ensino/Educação em Física e Cultura

    celsoluizmattos@hotmail.com



    A Tropicália deixa claro que a música é uma manifestação artística que contesta o período em que esta é “criada”, a palavra vem destacada aqui pois a Tropicália…

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    Certa tarde eu vi um vídeo, que não consegui mais encontrar, sobre um rapaz que com seu cabelo comprido, barba bem feita e seu violão disferiam algumas palavras de ofensa ao chamado ‘sertanojo’.

    Segundo ele os sertanejos universitários se apoiam em grandes clássicos da música, lê-se clássicos do…

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  • informacaoquantica:

    Hoje consegui terminar de ver o filme Mary and Max, uma animação com massinha extremamente simplista e depressiva.
    Embora tenha seu caráter depressivo ela expressa o sentimento real que assola a vida moderna. Enquanto estamos todos conectados pelos cabos da internet, estamos desconectados de laços afetivos humanos. OK! Temos nossos laços familiares, sei que há amor. Só assistindo o filme dá para entender o que eu quero dizer.

    O filme mostra a amizade improvável entre uma menina australiana e um velho americano. Essa amizade perdura por toda a vida, entre altos, baixo e mais baixos ainda, regada a doces e problemas psicossociais.

    Como já disse é um filme depressivo, triste e caótico. Mesmo assim ele tem a sua beleza indescritível. É sutil o quanto esse filme pode ser inspirador e desesperador. Rs.

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  • informacaoquantica:

    Bom, antes de mais nada não importa a sua crença, não importa no que você acredita ou deixa de acreditar, e muito menos importa em qual Deus você acredita. 

    Acabei de ver o filme do cartaz acima. Em uma sinopse rápida um aluno tem sua crença confrontada quando um professor de filosofia da universidade dá a simples tarefa de escrever em uma folha “God is dead”. E com isso a trama se desenrola. 

    O que me chamou a atenção foi para o nível da discussão. Por um lado é bonito de se ver que a fé de uma pessoa, quando verdadeira, é inabalável, e que mesmo sem ter provas concretas da existência de Deus a sua fé continua intacta. Além disso, uma pessoa que conhece a filosofia de algumas religiões pode se dar conta de que todas elas tem algo em comum: respeito e amor. Isso deveria ser ensinado com mais frequência. 

    Por outro lado, afinal nem tudo são rosas, é espantoso como que o ideal de uma pessoa pode vir a ser o de outras, ou então, como que a oratória bem trabalhada pode mudar a cabeça das pessoas. Não mantendo o foco só na religião, mas lembremos da ideologia nazista e toda aquela propaganda que causou a lavagem cerebral de milhões de pessoas. De qualquer jeito o assunto não é esse.

    Independente de qualquer crença, o filme é bom. É um filme que incomoda, te traz mais perguntas que respostas. Coloca em xeque aquilo em que você acredita, ou deixa de acreditar. 

    Vale como um filme para te fazer pensar para dentro de si. Se auto-conhecer, auto-avaliar, e tentar melhorar com isso.

    PS: O final, últimos 30 minutos, deixou a desejar. Virou um musical da Disney. Mesmo assim o filme continua valendo a pena.

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  • Passava pouco mais das 23 horas, a noite estava com um clima agradável, embora dentro do quarto fechado e abafado aparentava-se estar com temperatura elevada. Dentro do quarto havia dois quadros de paisagem colorindo as paredes pálidas e frias, entre elas ecoavam uma música indecifrável de fundo que vinha do laptop que estava sobre a mesa. A luz do pequeno computador era a única que iluminava o local, deixando um dos cantos do quarto parcialmente iluminado enquanto que no outro canto nada se podia ver além do contorno dos objetos que ali estavam.

    Na cama estava deitado um rapaz alto, magro e sem camisa, deixando a mostra seu corpo normal, sem sinais de esforços físicos ou cuidados estéticos. Mal dava para perceber o movimento de sua respiração, o rapaz estava em um estado profundo de imersão em seus pensamentos. A música de fundo não existia para ele, muito menos a luminosidade gerada pelo laptop.

    Em sua mente passava os pequenos filmes no qual foi protagonista durante o seu dia, cenas como o seu café da manhã ou a conversa que havia tido a pouco tempo com uma amiga. Embora estivessem mais para flash de acontecimentos era possível discernir as verdadeiras lembranças de fatos que havia inventado para preencher uma lacuna.

    Sem que se desse conta pensamentos indesejados começaram a tomar conta de seu transe profundo, isso gerou certa euforia e uma sensação de coração apertado, uma pressão sufocante que partia de dentro para fora. Os dedos dos pés começaram a se mexer em um ritmo frenético, acompanhados pelos olhos que mesmo estando fechados estavam indo de um lado para o outro. Como em um sonho em que é necessário correr mas não consegue correr ou ao menos gritar por socorro, o rapaz permaneceu estático na cama, com altos sinais de ansiedade. Com o tempo os pensamentos foram se tornando cada vez mais nublados, já não era possível mais distinguir e escolher entre o que ver, as cenas simplesmente pulavam e sem que percebesse era golpeado por outra, mais intensa que a anterior.

    Como em um salto, se levantou, desligou a música e abaixou a tampa do laptop, fazendo com que o quarto ficasse totalmente no escuro e em silêncio. A calmaria era tanta que podia se ouvir as batidas de seu coração, que estava com o ritmo um pouco acelerado. Lembrou-se de alguns exercícios de relaxamento que tinha aprendido, tentou por em prática mas não obteve sucesso. “As coisas parecem mais fáceis na teoria.”

    Adormeceu sem perceber e acordou desejando não ter nada para fazer. O dia seria cheio, muito trabalho que deixou acumular e mais a sua pesquisa que estava estagnada já havia algum tempo. Estava na hora de começar a pensar melhor em tudo que precisa ser feito, e já que tem de ser feito que o faça sem mais distrações. Que assim seja.

    CM

  • Acordei bem cedo, olhei as horas no celular e voltei a dormir por mais uns dez minutos. Não queria me levantar da cama, mas o fiz. Fui até o banheiro, com passos inseguros, e fui tomar meu banho, aproveitei para fazer a barba, não por que estava grande mas foi mais como um jeito de me renovar de manhã.
    Ainda com a cabeça pesada pelo dia difícil que tinha terminado, mas ainda tenho um outro dia pela frente e não faço a menor ideia de como ele irá terminar.
    Não fui ver meus alunos hoje, preferi ir para a loja e ficar ouvindo música e curtindo um pouco mais a minha própria companhia. Claro que na loja tenho que trabalhar também, mas o dia parece estar cheio de coisas para me ocupar enquanto eu discuto comigo mesmo. E cheio de surpresas também, conversas com os amigos, amigos que não falava há tempos, me surpreendeu.
    Hoje o sol não brilha no céu, sobrou as nuvens carregadas de tristeza.
    Estranhamente um sorriso começa a querer nascer em meu rosto, não sei por que. Mesmo com essa estranha sensação no estômago e com dor de cabeça, o dia parece que vai ser bom, pelo menos por enquanto.
    Música, talvez é isso que esteja faltando, mais música para ocupar os vazios que em mim habitam.
    Quantos pensamentos aleatórios, acho que esse é o momento de parar.

    CM

  • A casa nova tem de começar com as boas vindas. E nada melhor que dar as boas vindas que uma anfitriã tão bela e sensual.

    Assim, começarei este novo espaço para postar alguns textos em que tento fazer algum tipo de arte com as palavras. 

    CM

    (Source: hot-naughty-and-lecherous)

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